“Os representantes sindicais acordaram a data do dia 11 de setembro, pois nas assembleias das demais instituições não estão pautados os indicativos de greve, uma vez que eles foram suspensos. Portanto, as demais universidades devem aprovar o indicativo e somente depois a deflagração da greve, pois é preciso respeitar algumas regras e prazos do Ministério do Trabalho”, explica Francis Guimarães Nogueira, presidente do Sinteoeste (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos do Ensino Superior do Oeste do Paraná).
Para Francis, a greve é inevitável em virtude da intransigência do governo nas negociações. “Os servidores técnicos estão cansados de enrolação. Estivemos 23 vezes em Curitiba desde maio do ano passado em mesas de negociações, sem nenhuma garantia do teor da minuta da Lei do PCCS, ou seja, sem prejuízos na progressão e promoção da carreira. Também não temos compromisso de data para implantação do PCCS para outubro, como havia sido acordo, junto com o pagamento dos professores”, afirma a sindicalista.
Na última tentativa de negociação com o governo, o secretário da SETI (Secretaria de Tecnologia e Ensino Superior), Alípio Leal acenou a possibilidade de pagamento do reajuste na tabela salarial somente para o primeiro trimestre de 2013, sem nenhum compromisso. “O secretário não apresentou nenhuma garantia que a minuta de Lei do PCCS será enviada entre o fim de setembro e início de outubro à Assembleia Legislativa, além disso, é previsto que o pagamento da nova tabela ocorra somente no primeiro trimestre de 2013”.
Convite
A direção do Sinteoeste convidou por meio de ofícios, representantes dos DCE (Diretório Central de Estadual) dos cinco campi da Unioeste, além de representantes da Adunioeste (Sindicato dos Docentes), para participarem da assembleia geral desta quinta-feira. “É importante a presença de todos, de estudantes, dos professores – não somente os filiados ao Sinteoeste – enfim, de toda a comunidade acadêmica neste momento de decisão do futuro da nossa universidade”, conclui Francis.
Da Assessoria
GERAL
Assembleia pode deflagrar greve dos servidores técnicos da Unioeste
Servidores técnicos da Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) se reúnem nesta quinta-feira (30) em Assembleia Geral que poderá decidir pela deflagração da greve da categoria nos cinco campi da instituição. A assembleia da Unioeste poderá aprovar a greve por tempo indeterminado, uma vez que a instituição foi a única a manter o indicativo de greve dos técnicos. Em reunião realizada na última segunda-feira (27), entre os representantes dos sindicatos das IEES, ficou acordado que a greve nas universidades – caso aprovada em assembleias - será a partir do dia 11 de setembro, porém na Unioeste há possibilidade da greve ser deflagrada com uma semana de antecedência.
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