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GERAL

A situação do Rio Marreco é grave, diz Waldir

Nesta segunda-feira (25), os integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) de Toledo realizaram a reunião ordinária. Na pauta, um item que teve destaque foi a resposta do ofício do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) sobre a denúncia do Rio Marreco.

25/10/2010 - 14:52


Os integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) encaminharam ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) uma denúncia a respeito da poluição do Rio Marreco. O documento, segundo o vice presidente do CMMA, Waldir Fabrício dos Santos, relata que 70% da vazão do rio se constitui de águas servidas, ou seja, esgoto. Isto qualifica um quadro de baixa capacidade de auto-depuração do curso da água.

"Nós estamos com um bebê que nasce aqui e, logo depois, começamos a matá-lo. O rio está sendo poluído por atividades de empresas licenciadas pelo IAP e clandestinas que lançam os seus resíduos na água. É gravíssima a situação. Faz necessária uma compreensão da sociedade de que se não protegermos estas nascentes complicaremos a nossa vida e, este é um esforço de todos", explica.

Segundo Waldir, o ofício será entregue aos responsáveis pelas câmaras técnicas: educação ambiental, recursos hídricos, fauna e flora e resíduos, onde cada grupo deve formular ações para mudar esta situação do Rio Marreco. As propostas devem ser apresentadas em uma nova reunião.

"Também analisaremos as normas técnicas de vazão da água, pois há cálculos que dão condições do rio depurar os resíduos", complementa.

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