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ECONOMIA COLABORATIVA

Coworkings são responsáveis por mais de 3 mil postos de empregos diretos e indiretos no Brasil

De acordo com pesquisa, o modelo de negócio gerou mais de 56 mil estações de trabalho espalhados pelo país

16/04/2018 - 10:08


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    Divulgação - Assessoria de Imprensa

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    Divulgação - Assessoria de Imprensa

O conceito criado nos Estados Unidos, coworking, em tradução livre significa co-trabalho, que nada mais é do que escritórios compartilhados. No Brasil, os espaços colaborativos começaram a surgir entre 2007 e 2008. Hoje, é uma tendência. De acordo com dados do Censo Coworking Brasil de 2017, já são cerca de 810 espaços registrados, mais 114% em relação à 2016.  Ainda segundo a pesquisa, esse modelo de negócio gerou 56 mil estações de trabalho e aproximadamente 3 mil postos de empregos diretos e indiretos no país.

Em Brasília, esse novo conceito de trabalho está em ascensão e já conta com mais 20 escritórios dessa modalidade espalhados pela cidade e com expectativa de crescer ainda mais em 2018.  Entre as vantagens desses espaços, que atrai principalmente profissionais autônomos e novos empreendedores, é a economia em relação aos custos de aluguel e o networking, já que são várias empresas em um mesmo local, possibilitando a troca de experiências.

Além disso, segundo especialistas, a nova geração tem essa tendência de compartilhamento, o que fez com que os coworkings alcançasse o terceiro lugar entre as indústrias que mais cresceram no país em 2017. Não é à toa que grandes empresas como: google e uber tem investido nesse modelo de negócio.  

Perfil dos coworkers

O Censo Coworking Brasil de 2017 destaca, ainda, que mais de 210 mil pessoas passam mensalmente por esses espaços, seja para trabalhar ou para participar de eventos.  E uma pesquisa da Global Coworking Survey aponta que as idades dos coworkers, pessoas que trabalham em espaço colaborativos, ficam em torno dos  26 e 35 anos.

Rede colaborativa

Recém-inaugurado em Brasília, o Copa Network, dos empresários Flávio Freitas e Rodrigo Amorim, trouxe a oportunidade de unir o pólo da política brasileira ao pólo industrial do país, em São Paulo.  Além dos serviços comuns entre os coworkings como: internet, limpeza, recepção, endereço postal, o Copa tem como diferencial o acesso livre dos clientes de Brasília à unidade paulista e vice-versa.

Educação e comunidade empreendedora

Com a proposta de unir empresas, o Copa também é um ponto de encontro para empreendedores. A ideia do escritório colaborativo é oferecer diariamente cursos, palestras, eventos e workshop.  “É preciso não só colocar pessoas e empresas no mesmo espaço, mas sim aproximá-las, unir startups das aceleradoras, possíveis clientes e fornecedores, atrelar parcerias, com um ambiente facilitador da comunicação e de oportunidades de negócios”, afirma Flávio Freitas.

Fonte: Assessoria de Imprensa