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EDUCAÇÃO

Escolas de Toledo ficaram entre as melhores do país em prêmio de nutrição do MEC

Funet e Escola Municipal Olivo Beal participaram da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional 2018

05/02/2019 - 16:58


  • Projeto funet e olivo beal 3

    Foto: Divulgação

  • Projeto funet e olivo beal 2

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  • Projeto funet e olivo beal 1

    Foto: Divulgação

  • Projeto funet e olivo beal

    Foto: Divulgação

A conscientização sobre a importância de uma alimentação saudável desde cedo tem ganhado cada vez mais espaço nas instituições escolares. Em Toledo, a Escola Municipal Olivo Beal e a Funet são exemplos disso. Em parceria, as instituições participaram da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional 2018, promovido pelo MEC, e ficaram entre as melhores do Brasil pelo segundo ano consecutivo, sendo reconhecidas pelas ações que envolvem o Plano de Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Guilherme Kaiser Breda é professor de nutrição escolar há dois anos na Fundação Educacional de Toledo (Funet) e como voluntário na Escola Municipal Olivo Beal. Ele conta que as instituições desenvolveram todas as atividades buscando o envolvimento não só do aluno, mas também da família e da comunidade escolar. “Buscamos sempre trazer o aluno ao pensamento de que, mesmo com pouca idade, ele pode ser um agente influenciador de saúde de sua família, amigos e comunidade”.

Entre as ações realizadas estavam o reaproveitamento de garrafa PET, o plantio de mudas, visita a sítios agroecológicos e palestras voltadas tanto para os estudantes quanto para os pais. Segundo o professor, a atividade que mais chamou a atenção dos alunos foi assistir uma série de vídeos que mostravam como eram produzidos os alimentos. “Eles viram o processo de produção da salsicha, por exemplo, e ficaram boquiabertos”, comenta. Mostrar como são feitos os comerciais de fast-food para a TV também surpreendeu os estudantes. “Mostramos os segredos de fotografia edição e no final eles descobriram que o que eles compram é apenas uma fantasia”, ressalta Guilherme.

Já para a professora de Ciências e Educação Ambiental, Sandra Kopeginski, trabalhar com o projeto foi gratificante. “Desenvolver o projeto nos oportunizou levar aos estudantes e suas famílias informações relevantes sobre alimentação”. Ela diz que não é uma tarefa fácil. “Exige muita dedicação e persistência, pois a publicidade de alimentos não saudáveis direcionadas ao público infantil é muito atrativa. Nosso papel é orientar a criança sobre como, quando e em qual quantidade esses alimentos devem estar em sua dieta”.

Educação alimentar nas escolas

Uma boa alimentação reflete na qualidade de vida e do aprendizado. O professor de nutrição escolar, Guilherme Kaiser Breda, defende que isso é essencial para o desenvolvimento da criança. “Uma alimentação correta dá mais disposição, energia e saúde para a criança estudar e brincar. Ao realizarmos uma atividade que exija certa resistência física, como correr ou se mexer demais, é que podemos nitidamente perceber se o aluno segue uma dieta alimentar saudável. Uma alimentação balanceada influencia em tudo”, frisa.

Na Escola Olivio Beal já as crianças cultivam algumas hortaliças em garrafas, potes e vasos. A professora Sandra Kopeginski, pontua a relação entre alimentação escolar e o meio ambiente. “A qualidade do alimento começa na hora do plantio. Alimentos cultivados livres de agrotóxicos sempre serão a melhor opção para a saúde do ambiente e dos seres vivos”.

O Concurso

Ao todo, mil escolas de todo o Brasil participaram da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional. O concurso foi divido em etapas, que deveriam ser desenvolvidas em um mês, e no final foram classificadas as escolas que preencheram todos os requisitos.

As etapas consistiam em atividades que exigiam a participação e o envolvimento da comunidade escolar, de todos os alunos, dos familiares e profissionais da área da saúde.

 

 

Por: Redação/Daniel Felício