O deputado alerta, porém, que a sociedade deve continuar mobilizada porque o governo deve apresentar outro projeto sobre a agência reguladora e já editou decretos para regulamentar as parcerias público privadas. “É importante que a Assembleia convoque uma audiência pública para debater o conselho gestor de parcerias público-privadas, criado por decreto para aprovar e acompanhar as PPPs. A sociedade precisa discutir em quais setores devem ser estruturadas as PPPs para que não haja risco de privatização ou de terceirização dos serviços públicos”, avalia o deputado.
Welter participou, nesta terça-feira (9) de um encontro com dirigentes de centrais sindicais e trabalhadores da Copel, Sanepar, Celepar e Compagás, promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento no Estado do Paraná (Saemac) para debater a Agepar e as parcerias público-privadas. “A presença do deputado é importante porque ele foi o primeiro a levantar o assunto e a propor um debate sobre o tema. Os trabalhadores têm uma grande preocupação de que a agência possa abrir caminho para a privatização das empresas públicas. O novo projeto que será apresentado também pode ser contrário aos interesses da população e aos trabalhadores dessas empresas”, disse Gerti Nunes, presidente do Saemac- que reúne mais de 3 mil trabalhadores da Sanepar.
O deputado petista quer mobilizar os partidos, as entidades representativas de trabalhadores e da comunidade para um grande ato público em comemoração a não privatização da Copel. “Será uma manifestação em defesa das empresas públicas, exatamente quando comemoramos os dez anos do movimento que impediu a venda da Copel”, explica Elton Welter.
Assessoria de Imprensa Deputado Elton Welter
Jornalista Responsável: Débora Iankilevich (RP 1069)
POLÍTICA
Welter elogia decisão do governo de retirar projeto da agência reguladora
O deputado Elton Welter (PT) considera que o governo do Estado deu uma demonstração de maturidade política e boa senso ao retirar da Assembleia Legislativa o projeto de lei que pretendia incluir nas atribuições da agência reguladora os setores de energia, saneamento e informática. “Foi uma decisão acertada porque o governo demonstrou sensibilidade em relação às manifestações do PT, de outros partidos e de sindicatos de trabalhadores e da sociedade civil organizada. Desde o primeiro momento alertamos que não há necessidade de o governo regular serviços públicas que são oferecidos por empresas controladas pelo próprio Estado. O governo entendeu isso e decidiu modificar a proposta”, afirmou Welter.
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