O MEC e o Inep consideraram a medida da justiça cearense desproporcional e arbitrária e decidiram recorrer ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Tão logo essa informação foi divulgada, manifestações de apoio surgiram nas redes sociais do ministério. “O MEC não pode permitir que seis milhões sejam prejudicados por 600”, escreveu o internauta Giovanni Correa.
As manifestações mais frequentes afirmam que o cancelamento é injusto com os participantes que não tiveram acesso prévio aos itens e responderam as questões dentro do tempo de prova. Para o estudante Daniel Lara, “cancelar as 13 questões não soluciona, na verdade prejudica e muito a tal isonomia. A grande maioria do Brasil não teve acesso a essas 13 questões, quem acertou todas foi realmente prejudicado, quem errou está comemorando.”
Na opinião de internautas, a decisão da justiça prejudica os participantes que acertaram os itens. É o caso da estudante Anna Junqueira: “Eu me senti prejudicada, não tive acesso às questões e acertei oito das 13 anuladas. Aí eu não alcanço meus objetivos e terei que fazer cursinho. Passei o ano inteiro estudando para entrar numa federal e acontece esse absurdo.”
A sentença do magistrado cearense, contudo, preserva o Enem, uma vez que afasta a possibilidade de cancelamento da prova em todo o território nacional, como era a pretensão do Ministério Público Federal do Ceará.
Assessoria de Comunicação Social
EDUCAÇÃO
Nas redes sociais, estudantes apoiam a decisão de recorrer
Estudantes de todo o país utilizam as redes sociais para apoiar decisão do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de recorrer de sentença da Justiça Federal do Ceará. Na decisão, o juiz da 1ª Vara Federal, Luis Praxedes Vieira da Silva, determinou o cancelamento, em todo o país, das 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado nos dias 22 e 23 de outubro, que teriam sido apropriadas pelos alunos do Colégio Christus, em Fortaleza.
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