A química e especialista em saúde pública da Fiocruz, Ana Braga, explica que todas as participantes do estudo foram escolhidas a partir dos critérios definidos pela Organização Mundial da Saúde, para que elas possam ser comparadas com outras mulheres. os requisitos sao: ter idade máxima de 30 anos, morar na mesma região por 10 anos e ser mãe de primeira viagem. "Como o leite é um veículo de eliminação desses poluentes se a mãe já houver amamentado anteriormente, não vai reportar a concentração que ela acumulou no seu período de vida. Além dela ser mãe de primeira viagem, ela tem que morar na mesma região geográfica, porque isso garante a origem do alimento que ela consome. E aí está a estratégia de conhecimento da distribuição deste poluente no território".
O Brasil, junto com 27 países assinou a Convenção de Estocolmo que tem como objetivo eliminar os efeitos da poluição no planeta. Segundo um estudo semelhante realizado pela Fiocruz, em parceria com a Anvisa, o Brasil foi o terceiro país com menos poluente em leite humano.
Do Ministério da Saúde
SAÚDE
Leite Materno ajudará a traçar o mapa da poluição no país
Saber como os brasileiros estão se alimentado e detectar as regiões onde existem mais concentração de poluentes orgânicos persistentes. Esse é o objetivo de um estudo que vai ser feito pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, em 15 estados com 150 mães. Os poluentes que estão sendo investigados já foram apontados como causadores de diversas doenças, como o câncer por exemplo. São substâncias presentes em agrotóxicos usados na agricultura.Como são persistentes, eles resistem no meio ambiente e ficam nos alimentos. No corpo humano, essas substâncias ficam acumuladas na gordura e no tecido adiposo. Por isso, o leite materno, que é rico em gordura, se torna alvo da pesquisa.
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