Segundo o servidor Júnior de Araújo, que é um dos porta-vozes do movimento em Toledo, a notificação chegou na quarta-feira (1), por volta das 17h. Assim que receberam a ordem a greve foi suspensa. Esta quinta-feira foi um dia normal para os funcionários e os 28 detidos na unidade. "Estamos em contato direto com o sindicato (Sindicato dos servidores da Secretaria de Estado da Família - Sindsec) que nos representa e a informação que temos é que faltou alguns documentos que inviabilizaram a greve e fez com que o TJ aceitasse o pedido do Estado. Mas estes documentos estão sendo providenciados, o movimento está forte, e assim que pudermos cruzaremos os braços novamente", declarou.
Os socioeducadores tem a função de dar aulas, cursos acompanhar os menores em audiências entre outras atividades. Durante a paralisação Araújo garantiu que nenhum incidente foi registrado, entre fugas ou montis dos jovens internados. Os servidores pedem que o Plano de Cargo de Agente de Segurança de Socioeducador, já aprovado pela Secretaria da Família, seja enviado para a Assembléia Legislativa. A reclamação dos grevistas é que o governo parece não ter interesse de apressar o envio do Plano.
Outros pontos são: A criação de um seguro de vida para os servidores; assistência jurídica e seguro para caso de acidentes envolvendo veículos do Cense; reajuste das gratificações em 14,79%; e concursos públicos para repor e aumentar o número de servidores; Implantação de auxilio transporte, auxilio alimentação; Implantação de escala alternativa e melhora na segurança nas casas de semi-liberdades, unidades de internação e Cense.
Uma maior segurança nos Cense é uma outra reivindicação. Apenas um Policial Militar garante a segurança do Cense em Toledo. Em todo o Paraná mais de dez mortes de adolescentes foram registrados em um ano de governo.
Por Maurício de Olinda
GERAL
TJ determina e greve de socioeducadores do Cense está suspensa
Durou cinco dias a paralisação dos educadores do Centro de Socioeducação (Cense). O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) acatou um pedido da Procuradoria Geral do Estado e determinou que os funcionários voltassem ao trabalho nesta quinta-feira (2). Portanto, além dos 22 socioeducadores da unidade Toledo, todos os funcionários da categoria que estavam em greve no Paraná em busca de melhores condições de trabalho foram obrigados a retornar para suas atividades.
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