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EDUCAÇÃO

Estudantes da UFPR apresentam projeto sobre saúde na FAG Toledo

Os tipos de surdez e fatores desencadeadores foram alguns dos temas abordados na palestra

30/11/2018 - 14:44


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    Foto: Álvaro Soares/FAG Toledo

Os estudantes do 8º período do curso de Letras Língua Portuguesa e Libras da FAG Toledo tiveram uma aula especial nesta quarta-feira (28), com acadêmicos de Medicina da UFPR Toledo. Os alunos da Federal que participam do projeto de extensão “Promoção de saúde por meio da Língua Brasileira de Sinais” explanaram aos alunos da FAG Toledo sobre as mudanças fisiológicas que ocorrem durante a gestão, principalmente as que podem levar a surdez. “Nós iniciamos este projeto no ano passado e contamos com sete acadêmicos de Medicina participantes. O objetivo é levar conhecimento sobre a Língua Brasileira de Sinais para profissionais da saúde”, explica um dos coordenadores do projeto, Thiago Mazzarollo.

A acadêmica de Medicina Bianca de Carvalho abriu a palestra. “Estes estudantes serão intérpretes um dia e poderão, em algum momento, interpretar uma consulta médica, por exemplo. Ter alguma noção sobre medicina, alguns conceitos, pode facilitar bastante para a compreensão e comunicação entre paciente e médico”, alerta. Os futuros médicos falaram sobre a síndrome da rubéola congênita, que é uma das causas da surdez de nascença. Quando a mãe gestante pega rubéola pode acontecer de a criança nascer com problemas de coração e audição. “Este é um dos casos que desencadeia a surdez, mas existem outras causas como alguns vírus, o estouro de fogos ou até mesmo o ato de limpar o ouvido com um cotonete e furar o tímpano”, alerta Bianca.

A atividade foi proposta pela professora e psicóloga Elisa Mara da Silva. “Este foi um momento muito importante para os nossos acadêmicos. Pensamos nesta atividade como uma forma de se compreender um pouco sobre as modificações de cada um durante e depois da gestação. Entender principalmente o quanto as pessoas são diferentes uma das outras e que precisamos de muito cuidado e sensibilidade para lidar com estas diferenças”, alerta.

 

Fonte: FAG Toledo/Álvaro Soares