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EDUCAÇÃO

Quais são as habilidades do futuro?

Embora a tecnologia apareça como um aspecto inegável para os próximos anos, as habilidades humanas serão cada vez mais demandadas pelas empresas

02/01/2019 - 13:36


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    Foto: Divulgação/PUCPR

Se o futuro do emprego ainda é desconhecido, algumas habilidades que serão muito valorizadas têm pouco a ver com a tecnologia, um dos inegáveis pontos de apoio dos negócios do futuro. Por mais estranho que se possa soar em um mundo no qual os homens terão que se relacionar com robôs, sistemas e algoritmos, a maior parte dessas características é humana e envolve a capacidade justamente de gerenciar esses sistemas.

Um relatório desenvolvido pelo Fórum Econômico Mundial, divulgado em janeiro deste ano, apontou dez habilidades que serão valorizadas pelas empresas até 2022 em escala global. Veja quais são:

1 – Pensamento analítico e inovação;

2 – Aprendizagem ativa e estratégica;

3 – Criatividade, originalidade e iniciativa;

4 – Design e programação de tecnologias;

5 – Pensamento crítico e análise;

6 – Capacidade de solucionar problemas complexos;

7 – Liderança e influência social;

8 – Inteligência emocional;

9 – Capacidade de solucionar problemas e dar novas ideias;

10 – Análise e avaliação de sistemas

Mescla de conhecimentos

Obviamente, essas habilidades vão além do que uma graduação pode ensinar. Nesse sentido, as expectativas do mercado de trabalho seguem a linha de que, cada vez mais, as companhias estarão focadas não só na formação dos profissionais, mas no tipo de soluções que eles podem oferecer aos negócios.

Nesse contexto, as delimitações e divisões do mercado exigem uma mescla de conhecimentos e de experiências pessoais e profissionais. Por isso, espera-se que o profissional do futuro não se restrinja unicamente aos conhecimentos de sua graduação ou área de atuação, mas que seja capaz de atuar entre diversos setores, buscando soluções efetivas para os negócios.

Não à toa, encontram-se na lista do Fórum Econômico Mundial habilidades como “liderança e influência social”, “pensamento crítico e análise”, “pensamento analítico e inovação”, entre outros pontos. Uma das esperanças é que esses profissionais mais globais sejam capazes de compreender o negócio a fundo e de sugerir melhorias que nem sempre estejam relacionadas a sua área específica.

Por exemplo, um profissional da área de gestão pode ser capaz de identificar um gargalo no processo produtivo de uma fábrica, indicando a necessidade de mudança, mesmo que não tenha uma formação em Engenharia de Produção.

Iniciativa

A iniciativa – que aparece como uma das qualidades desejadas – é também um diferencial para o profissional. Ao perceber uma demanda específica do mercado, como um tipo de mão de obra que não é encontrada com facilidade, o profissional pode dar o passo inicial, visando preencher justamente esse perfil buscado pelo mercado.

Nesse sentido, uma pós-graduação surge como uma opção interessante para ambos os lados, visto que os cursos são mais rápidos do que a própria graduação e podem ser capazes de oferecer o conhecimento adicional para se tornar um profissional desejado pelo mercado. Por outro lado, muito do que se espera é fruto do próprio esforço individual, até mesmo em aspectos que ingressam em esferas que, até alguns anos, eram vistas unicamente como pessoais.

 

 

Por: PUC/PR