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EDUCAÇÃO

Unioeste inaugura três novas estruturas para fortalecer o câmpus de Toledo

O Teatro do Câmpus de Toledo, o Espaço de Pesquisa e Pós-Graduação de Desenvolvimento das Fronteiras (PGDFRON) e a Infraestrutura de Ligação dos Blocos vão reforçar a estrutura da unidade.
08/12/2021 - 22:05
Por Por Assessoria


O câmpus de Toledo da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) inaugurou três novos prédios, que passam a compor a estrutura da universidade: o Teatro do Câmpus de Toledo, o Espaço de Pesquisa e Pós-Graduação de Desenvolvimento das Fronteiras (PGDFRON) e a Infraestrutura de Ligação dos Blocos.

A inauguração foi na terça-feira (7) e contou com a presença do reitor da Unioeste, Alexandre de Almeida Webber, do superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti-PR), Aldo Nelson Bona, e de autoridades locais.

O teatro tem área de 861,6 metros quadrados, foi construído em duas etapas e financiado com recursos do Governo do Estado, via Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

A etapa I teve investimento de R$ 594.107,14 e a etapa II teve investimento de R$ 1.055.962,29. A Unioeste empreendeu recursos próprios para a compra de parte das cadeiras, com um valor de R$ 71.560,00.

A Infraestrutura de Interligação tem área total de 380,7 metros quadrados e foi construída com recursos da UGF, em um total de R$ 274 mil.

O Espaço de Pesquisa e Pós-Graduação tem área total de 1.580 metros quadrados e foi construído em duas etapas, a primeira com financiamento de R$ 469.436,30 e a segunda com R$ 1.566.616,34, ambas com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), em projeto coordenado pelo professor Jefferson Andronio Ramundo Staduto. 

O diretor do câmpus de Toledo da Unioeste, Remi Schorn, explicou que a origem das universidades é a busca das pessoas para a solução dos seus problemas cotidianos e que ela se faz com pessoas e para as pessoas. “A Unioeste é muito bem construída na sua relação com a comunidade. Nós precisamos ler o que ocorre no mundo, refletir e oferecer formas de superar esses problemas e os problemas futuros”, ponderou.