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SAÚDE

Hipertensão arterial: doença silenciosa que precisa de atenção

A doença que afeta cerca de 30% da população adulta em todo o mundo 
17/05/2022 - 15:06
Por Assessoria


Visão embaçada, cansaço excessivo, enjoo, dificuldade para respirar, tontura e dor de cabeça são os principais sintomas relacionados à pressão alta. E, com o objetivo de conscientizar a comunidade sobre a doença que afeta cerca de 30% da população adulta em todo o mundo, a Prati-Donaduzzi destaca os cuidados necessários para a prevenção, no Dia Mundial da Hipertensão, 17 de maio.

A pressão é a força que faz com que o sangue circule pelas artérias e chegue a todos os tecidos. Quando o sangue é bombeado, ele é “empurrado” contra a parede dos vasos sanguíneos. Esta tensão gerada na parede das artérias é denominada pressão arterial. Hoje se considera que a pressão está ótima quando o valor de medição fica na faixa de 12 por 8 mmHg. Se o índice passou dos 14 por 9, ela é considerada alta. 

 “Ainda não existe cura para a hipertensão. No entanto, ela pode ser controlada através do tratamento. A pressão alta não tratada pode levar a um quadro mais grave, como por exemplo: infarto agudo do miocardio, acidente vascular encefálico, doenças da aorta, renais e oftalmológicas, etc”, explica o médico cardiologista, convidado pela Prati-Donaduzzi, Mateus Darouych Scaff Pereira.

Conforme Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), ter o controle da pressão arterial reduz em 42% o risco de derrame, e em 15% o de infarto. Desta forma, é preciso redobrar a atenção, a hipertensão arterial na sua fase inicial se apresenta de forma assintomática em alguns pacientes. “Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada pessoa, mas além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável”, orienta o médico.

O especialista ainda esclarece que a hipertensão, na maioria das vezes, tem caráter genético. Entretanto, existem alguns hábitos que contribuem para que a pessoa desenvolva pressão alta ao decorrer da vida: “o sedentarismo, obesidade, tabagismo, estresse, alimentação rica em sal e gorduras. Outro fator é o próprio envelhecimento natural do ser humano, pois aumenta a rigidez das artérias”, afirma.