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CULTURA

Mais de 8 mil crianças curtiram programação infantil do Festival de Teatro

Municipal teve casa cheia em 13 apresentações de seis peças destinadas ao público infanto-juvenil
11/06/2022 - 12:45
Por Prefeitura de Toledo


Iniciado em 1º de junho, o Festival de Teatro de Toledo 2022 não foi um sucesso de bilheteria porque os espetáculos, até aqui, foram todos com entrada franca. Mas indiscutivelmente foi sucesso de público, com o Teatro Municipal de Toledo tendo casa cheia nas 13 apresentações de seis peças destinadas ao público infanto-juvenil, um total de 8.084 espectadores que vieram representando 17 escolas (15 públicas e duas particulares) e três projetos sociais que as atende (Projovem/Naca, Circo da Alegria e Ação Social São Vicente de Paula).

O último espetáculo do cronograma destinado a crianças e adolescentes foi “Tá todo mundo louco”, encenado, em sessão única, na tarde desta quinta-feira (9) pelo Grupo de Teatro Infanto Juvenil, de Maripá, realizado pela Plim Produções Artísticas e Animações em parceria com a prefeitura do município vizinho e com direção, texto, figurino e maquiagem de Nara Mattana. A história narra as aventuras de uma menina que, incentivada pela vó (que sempre lhe conta histórias encantadas em uma de suas leituras), acaba viajando para um Reino Encantado. No decorrer da trama, a personagem descobre que este reino não é tão encantado como dizem e acaba conhecendo um príncipe, uma princesa e muitas outras figuras das histórias infantis que lhe fazem ver que nem tudo precisa ser perfeito para ser encantado.

Antes de “Tá todo mundo louco”, o festival levou ao palco do Teatro Municipal de Toledo outras cinco peças (todas apresentadas em duas sessões diárias e, por terem temática ambiental, integraram a programação do Junho Verde e receberam apoio do  programa Correnteza Cultural, da Rede Regional da Bacia do Paraná 3 (BP3), entidade mantida pela Itaipu Binacional): “Contos e Desencantos”, da Cia. Os Amadores de Teatro (Toledo), no dia 1º;  “Histórias de todo mundo”, com a atriz Maia Piva, nos dias 2 e 8; “Reciclável público”, com as palhaças Pidi Mandô (Tayssa Camila) e Nublada (Alice Carine) – ambas de Cascavel, no dia 3; “O Sol Vermelho”, com o grupo Bonecarte/Foz do Iguaçu, no dia 6; “Severino faz chover”, com o grupo Trapos & Farrapos/Toledo, no dia 7.

O festival teve ainda na última quinta-feira (2), a oficina “Todo mundo conta histórias”. Destinada a professores da educação infantil, a atividade, ministrada pela atriz Maia Piva, também foi realizada nas dependências do Teatro Municipal de Toledo.

Público em geral


Também com entrada franca, as atrações para o público em geral iniciam-se nesta (10), com o espetáculo “O vazio de Alphea”, da Cia. Cênica Cascavel, que sobe ao palco do Teatro Municipal às 20h. No dia seguinte, no mesmo horário, o Coletivo de Dança e Teatro, de Toledo, encena a peça “Psicose 4:48”, a qual marca oficialmente o término do Festival de Teatro de Toledo.

Contudo, mantendo a linguagem teatral no centro das atenções, o principal palco da cultura toledana recebe no dia 12 de junho (domingo), às 18h, o espetáculo “Hemanoteu na Terra de Godah”, com a Companhia de Comércio Os Melhores do Mundo. As entradas estão à venda no site Disk Ingressos.

Próximos espetáculos

Local: Teatro Municipal de Toledo

11/6 - sábado - 20h - Psicose 4:48 - Coletivo de Dança e Teatro/Toledo - ENTRADA FRANCA

Adaptação da peça homônima, de Sarah Kane, a peça apresenta uma personagem psicótica afetada por tentativas frustradas de cura química. Em um fluxo de ideias, analogias, números e escritas, ela entra em um estado depressivo crônico cujo pedido de socorro é: “apenas tente me entender. Não me julgue, esconda sua pena e seu desprezo! Não é culpa sua, mas a culpa também não é minha. Às 4:48, quando o desespero vem…”. Direção de Gabbiel e Junior Cunha, que fazem parte do elenco junto com as atrizes Kerol de Souza e Priscila Santos.

12/6 - domingo - 18h - Hermanoteu na Terra de Godah - Cia. Os Melhores do Mundo - C/VENDA DE INGRESSOS

Criada originalmente em 1995, a peça é exibida até hoje em várias cidades do Brasil e conta a história de Hermanoteu, um urbano típico, obediente e bom pastor do tempo do Antigo Testamento da Bíblia. Hebreu da Pentescopeia, ele recebe uma missão de Jeová para libertar a Terra de Godah. Em sua viagem, várias coisas inusitadas acontecem, interligando inúmeros elementos e personagens de diferentes tempos e lugares da História. No desenrolar dos acontecimentos, há vários momentos de improviso, saindo assim de um roteiro linear, o que acaba gerando muito mais surpresa no público e fazendo com que um espetáculo seja sempre diferente do outro. Curioso é que o grupo teatral sempre tenciona utilizar assuntos relacionados ao lugar onde eles estão apresentando a peça.
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