A sexta edição do Link Iguassu Valley colocou em evidência a força regional quando o assunto é inovação, tecnologia e soluções para o mercado. O Matchmaking Presencial do Link Iguassu Valley, realizado em Medianeira, é um encontro entre pequenas empresas, startups e universidades, com um objetivo principal: encontrar soluções para problemas reais enfrentados diariamente em áreas como Inteligência Artificial, Sustentabilidade, Indústria 4.0, Agrotech e Biotecnologia.
O Link Iguassu Valley é um programa que acontece em três momentos: o primeiro é o preparatório, realizado ao longo de 10 meses; na sequência vem o Matchmaking Presencial, realizado em Medianeira nesta sexta-feira (15); e o pós-matchmaking, trabalho de continuidade desenvolvido pelas partes envolvidas.
A ação é resultado dos esforços do Ecossistema Iguassu Valley e do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), realizado pelo Sebrae/PR, com correalização das cooperativas Frimesa Cooperativa Central e pela Lar Cooperativa Agroindustrial; patrocinado pelo BRDE e Itaipu Binacional; e apoiado pela Embrapii, Finep e Itaipu Parquetec.
Da Itaipu Binacional, o superintendente da Universidade Corporativa Itaipu, Haralan Elias Melo Muelini, explica o motivo do envolvimento direto no Link Iguassu Valley.
“O Link Iguassu Valley tem tudo a ver com o DNA da Itaipu Binacional, de promover negócios. Aqui conectamos demandantes, problemas e solucionadores, e isso, no final, promove o desenvolvimento regional. Por isso incentivamos essa iniciativa. Tudo converge para uma região melhor e impacta diretamente o dia a dia das pessoas”, diz Haralan.
Ao todo, são seis empresas demandantes: Coopavel, Cotriguaçu, Embreparts, Frimesa, Infasa e Lar, que se unem a 250 possíveis solucionadores em um mesmo local. O evento reúne 500 participantes de 68 cidades, 12 estados e dois países: Brasil e Paraguai.
Gilson Anizelli, superintendente da Cotriguaçu, fala sobre participar, pela primeira vez, de um ambiente propício para o desenvolvimento de soluções aplicáveis.
“Temos cinco unidades de produção, uma sede administrativa e estamos todos esperançosos de conquistar grandes soluções para nossas demandas. Mas o mais animador é a possibilidade de surgir uma solução para algo que nem esperávamos. Nosso objetivo é aproveitar ao máximo tudo o que esses solucionadores trouxeram ao Link”, explica Anizelli.
A Coopavel, também demandante, acredita na união de forças para o crescimento do país como um todo. O presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, ressalta a possibilidade de unir empresas, instituições e universidades em prol de um objetivo comum.
“Esse encontro enfatiza o desenvolvimento econômico do Brasil e ressalta o empreendedorismo, a união das classes produtivas e a importância do Sebrae na orientação estratégica. O que encontramos aqui é a colaboração entre universidades e empresas, impulsionando a inovação e o crescimento, visando posicionar o Brasil como uma das maiores economias do mundo”, explica Grolli.
O ambiente criado ao longo do dia é direcionado para a realização de conexões, networking e, principalmente, geração de negócios. Na programação estavam rodadas de negócios entre demandantes e solucionadores, além de pitches com possíveis soluções para os desafios apresentados.
Marcelo Hickmann é um dos solucionadores participantes, com a startup Pigma Desenvolvimentos LTDA, especializada em tecnologia para o agronegócio. Pela sexta vez, a empresa participa do Link Iguassu Valley.
“Criamos soluções para o agronegócio e fazer parte do Link é uma oportunidade ímpar. Estamos juntos desde a primeira edição, inclusive com contrato fechado e em vigor, por isso voltamos. Queremos nos conectar a mais empresas e instituições”, conta o empreendedor.
Edital Vitrine Tecnológica
Neste ano, o Link Iguassu Valley também apresentou uma novidade: o Edital Vitrine Tecnológica, que selecionou 37 projetos desenvolvidos dentro das universidades para serem apresentados às empresas participantes em formato de pitches.
O gerente da regional Oeste do Sebrae/PR, Augusto Stein, explica que a ideia de abrir esse edital surgiu da possibilidade de dar visibilidade ao que é produzido nas instituições, mas que muitas vezes não chega ao conhecimento das empresas.
“Sabemos que há uma produção em grande quantidade, muitas vezes de qualidade, e nós trabalhamos para estimular a aproximação com o mercado. Nossa proposta foi abrir o edital, fazer essa seleção e trazer os projetos para o encontro, para que empresas e instituições conheçam e façam uso dessa produção. É um passo importante para ampliar as possibilidades de negócios”, aponta.
Glória Patrícia Lopez, assessora de eventos e internacionalização da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), fala sobre como o Link Iguassu Valley aproxima universidades e empresas, criando oportunidades concretas para que tecnologias desenvolvidas no ambiente acadêmico se convertam em novos produtos, processos e negócios.
“Conseguimos trazer representantes de vários campi da UTFPR. Temos servidores e alunos das incubadoras de Santa Helena, Toledo, Medianeira, Dois Vizinhos, Campo Mourão, Apucarana e Pato Branco, justamente para poder interagir com as empresas. Dentro da universidade, nossos alunos e professores têm ideias inovadoras diariamente, e nós, como universidade, pensamos: como aplicar essa ideia? Como levá-la para a indústria? O Link é o lugar para isso”, contextualiza Patrícia.
Os trabalhos são resultado de uma parceria com a Itaipu Binacional, Embrapii, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI) e agências de inovação de dez universidades: Unioeste, UTFPR, UFPR, UEL, UEM, UEPG, UENP, Unespar, Unicentro e IFPR.
O Link Iguassu Valley é um programa que acontece em três momentos: o primeiro é o preparatório, realizado ao longo de 10 meses; na sequência vem o Matchmaking Presencial, realizado em Medianeira nesta sexta-feira (15); e o pós-matchmaking, trabalho de continuidade desenvolvido pelas partes envolvidas.
A ação é resultado dos esforços do Ecossistema Iguassu Valley e do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), realizado pelo Sebrae/PR, com correalização das cooperativas Frimesa Cooperativa Central e pela Lar Cooperativa Agroindustrial; patrocinado pelo BRDE e Itaipu Binacional; e apoiado pela Embrapii, Finep e Itaipu Parquetec.
Da Itaipu Binacional, o superintendente da Universidade Corporativa Itaipu, Haralan Elias Melo Muelini, explica o motivo do envolvimento direto no Link Iguassu Valley.
“O Link Iguassu Valley tem tudo a ver com o DNA da Itaipu Binacional, de promover negócios. Aqui conectamos demandantes, problemas e solucionadores, e isso, no final, promove o desenvolvimento regional. Por isso incentivamos essa iniciativa. Tudo converge para uma região melhor e impacta diretamente o dia a dia das pessoas”, diz Haralan.
Ao todo, são seis empresas demandantes: Coopavel, Cotriguaçu, Embreparts, Frimesa, Infasa e Lar, que se unem a 250 possíveis solucionadores em um mesmo local. O evento reúne 500 participantes de 68 cidades, 12 estados e dois países: Brasil e Paraguai.
Gilson Anizelli, superintendente da Cotriguaçu, fala sobre participar, pela primeira vez, de um ambiente propício para o desenvolvimento de soluções aplicáveis.
“Temos cinco unidades de produção, uma sede administrativa e estamos todos esperançosos de conquistar grandes soluções para nossas demandas. Mas o mais animador é a possibilidade de surgir uma solução para algo que nem esperávamos. Nosso objetivo é aproveitar ao máximo tudo o que esses solucionadores trouxeram ao Link”, explica Anizelli.
A Coopavel, também demandante, acredita na união de forças para o crescimento do país como um todo. O presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, ressalta a possibilidade de unir empresas, instituições e universidades em prol de um objetivo comum.
“Esse encontro enfatiza o desenvolvimento econômico do Brasil e ressalta o empreendedorismo, a união das classes produtivas e a importância do Sebrae na orientação estratégica. O que encontramos aqui é a colaboração entre universidades e empresas, impulsionando a inovação e o crescimento, visando posicionar o Brasil como uma das maiores economias do mundo”, explica Grolli.
O ambiente criado ao longo do dia é direcionado para a realização de conexões, networking e, principalmente, geração de negócios. Na programação estavam rodadas de negócios entre demandantes e solucionadores, além de pitches com possíveis soluções para os desafios apresentados.
Marcelo Hickmann é um dos solucionadores participantes, com a startup Pigma Desenvolvimentos LTDA, especializada em tecnologia para o agronegócio. Pela sexta vez, a empresa participa do Link Iguassu Valley.
“Criamos soluções para o agronegócio e fazer parte do Link é uma oportunidade ímpar. Estamos juntos desde a primeira edição, inclusive com contrato fechado e em vigor, por isso voltamos. Queremos nos conectar a mais empresas e instituições”, conta o empreendedor.
Edital Vitrine Tecnológica
Neste ano, o Link Iguassu Valley também apresentou uma novidade: o Edital Vitrine Tecnológica, que selecionou 37 projetos desenvolvidos dentro das universidades para serem apresentados às empresas participantes em formato de pitches.
O gerente da regional Oeste do Sebrae/PR, Augusto Stein, explica que a ideia de abrir esse edital surgiu da possibilidade de dar visibilidade ao que é produzido nas instituições, mas que muitas vezes não chega ao conhecimento das empresas.
“Sabemos que há uma produção em grande quantidade, muitas vezes de qualidade, e nós trabalhamos para estimular a aproximação com o mercado. Nossa proposta foi abrir o edital, fazer essa seleção e trazer os projetos para o encontro, para que empresas e instituições conheçam e façam uso dessa produção. É um passo importante para ampliar as possibilidades de negócios”, aponta.
Glória Patrícia Lopez, assessora de eventos e internacionalização da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), fala sobre como o Link Iguassu Valley aproxima universidades e empresas, criando oportunidades concretas para que tecnologias desenvolvidas no ambiente acadêmico se convertam em novos produtos, processos e negócios.
“Conseguimos trazer representantes de vários campi da UTFPR. Temos servidores e alunos das incubadoras de Santa Helena, Toledo, Medianeira, Dois Vizinhos, Campo Mourão, Apucarana e Pato Branco, justamente para poder interagir com as empresas. Dentro da universidade, nossos alunos e professores têm ideias inovadoras diariamente, e nós, como universidade, pensamos: como aplicar essa ideia? Como levá-la para a indústria? O Link é o lugar para isso”, contextualiza Patrícia.
Os trabalhos são resultado de uma parceria com a Itaipu Binacional, Embrapii, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI) e agências de inovação de dez universidades: Unioeste, UTFPR, UFPR, UEL, UEM, UEPG, UENP, Unespar, Unicentro e IFPR.






