“Será um centro que vai reunir informações, como também realizará pesquisas sobre a questão dos desastres. Será um centro de formação de pessoal associado a quem atua na prevenção ou mitigação de desastres. Já há muito trabalho acumulado e a previsão é que a partir do próximo ano já teremos isso institucionalizado e com estrutura de suporte permanente dentro da Fiocruz”, explicou.
Gadelha participou nesta manhã do Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária, que é realizado até quinta-feira no Rio de Janeiro. Ele lembrou que o centro também será muito útil para trabalhar de forma preventiva a situações que possam ocorrer durante os grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que serão sediadas no Brasil.
“Ele será um centro que tem um papel fundamentalmente de inteligência para dar subsídio àquelas áreas que atuam na prevenção e na redução dos efeitos dos desastres. Temos que estar preparados para lidar com esse momento em que aumenta muito a população das cidades e com situações que possam causar emergências”, disse.
Gadelha lembrou que a prevenção a desastres é uma das funções essenciais de saúde pública, mas que o Brasil ainda está muito pouco aparelhado. Ele lembrou que o país já deu início ao processo de mitigar e reduzir os efeitos dos grandes desastres - que causam mortes e queda na qualidade de vida das populações - por meio da atuação da Força Nacional e de reforços dos Centros de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Cepeds).
Da Agência Brasil
GERAL
Fiocruz terá Centro de Estudo e Pesquisas sobre Desastres Naturais a partir do próximo ano
O presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Gadelha, informou hoje (24) que o Brasil terá, a partir do próximo ano, um Centro de Estudos e Pesquisas de Desastres na sede da fundação, na capital fluminense. A iniciativa conta com a parceria de secretarias municipais e estaduais e universidade federais e estaduais.
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